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O paulista Miguel Pupo (Oakley) foi o vice-campeão do Hurley Burleigh Pro Junior 2009, etapa de abertura do circuito sub-20 da Oceania disputada nas direitas de Burleigh Heads, em Gold Coast, Austrália.
Em decisão de alto nível, Pupo foi derrotado pelo australiano Owen Wright pelo placar de 18.50 a 14.90 pontos.
O aussie somou duas notas 9.25, descartando 7.50, 6.50 e 6.00. Já Miguel começou com 6.00 e descolou 8.90 na última onda.Pela vitória, Wright embolsou US$ 3,87 mil, enquanto Miguel foi premiado em US$ 1,6 mil.Outro que fez uma belíssima campanha foi Alejo Muniz, barrado nas semifinais por Owen Wright. O aussie abriu o duelo com duas notas altas (9.00 e 8.00) e deixou o brasileiro em situação delicada.
Resultado:
1 Owen Wrigh (Aus)
2 Miguel Pupo - Oakley (Bra)
3 Alejo Muniz (Bra)
3 Sam Wrench (Aus)
9 Jadson André - Oakley (Bra)
25 Magno Pacheco (Bra)
Fonte: ASP
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Veterano Wagner Pupo faz bonito no Local Motion Guarujá Surf Pro
Em 1990, quando o circuito mundial profissional chegou pela primeira vez ao Guarujá, ele ainda dava seus “primeiros passos” na categoria. Hoje alguns anos depois, no retorno do tour à Cidade, Wagner Pupo é o mais velho do Local Motion Guarujá Surf Pro, etapa 5 estrelas do WQS,
Garantiu notas 7,5 e 7,57, somando 15,07 de 20 possíveis para avançar ao próximo round em primeiro lugar. “Todo mundo tem potencial. A molecada pode ter mais radicalidade, mas essas condições do mar igualam mais. Está difícil, não tem onda definida”, referindo-se às ondas de 1 metro.
A expectativa é garantir um bom resultado. “Num daqueles WQS eu ganhei o trials. Não lembro o ano, mas surfei bem”, lembrou Pupo, que apesar de ser o mais velho do campeonato, não pensa em aposentadoria. “Estou tranqüilo e continuarei por um bom tempo”, frisou o atleta que nasceu em Itanhaém e mora em São Sebastião, no litoral paulista.
“Estou esperando o meu filho chegar junto. No ano que vem ele começa no WQS e, daí, posso pensar em parar, para apoiar a carreira dele”, comentou o surfista, falando de Miguel Pupo, uma das maiores promessas nacionais e atual líder do ranking paulista júnior.
Ainda em relação a surfistas veteranos, o norte-americano Richie Collins não deu a mesma sorte e foi barrado no evento pelos brasileiros Bruno Moreira, de Praia Grande, e Diego Santos, de Ubatuba. Competindo com uma quadriquilha, o surfista californiano também já esteve no mundial de Guarujá, nos anos 90. “Naquela vez estava mais quente. As ondas aqui sempre foram difíceis de competir. Mudam de lugar, é difícil se posicionar, especialmente quando chove”, falou.
“Fiquei impressionado com a quantidade de brasileiros com surf de nível suficiente para brigar por bons resultados no WQS. Eu estou voltando agora e almejo estar no WCT”, argumentou o surfista, que garantiu uma das primeiras vitórias na elite mundial, em 1992. O retorno às disputas, segundo ele, teve um motivo especial.
“Minha filha, de nove anos, começou a surfar e agora estou mais motivado do que antes”, revelou o atleta, que lamentou muito a derrota precoce no evento, batendo, com força, a sua prancha no corrimão do palanque, para extravasar a raiva. Dos grandes nomes do evento, o paranaense Peterson Rosa, único tricampeão brasileiro pro e vencedor do Mundial em Guarujá, em 1995, garantiu vaga na próxima fase, em primeiro lugar.
Fonte: Redação 360 Graus
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Assim como ocorreu na quarta-feira, a melhor apresentação da sexta-feira na Praia de Maresias também foi no último confronto do dia. No encerramento da rodada inicial da segunda etapa do SuperSurf 2006, o carioca Simão Romão arrancou a até agora única nota 10 e o paulista Wagner Pupo fechou a terceira fase estabelecendo um novo recorde de 16,57 pontos para este ano em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. A demora na entrada das ondas acabou prejudicando algumas baterias, mas a maioria dos favoritos avançou para as oitavas-de-final e o paranaense Jihad Kohdr já começa a defender a liderança do ranking no sábado de disputas e muita festa na Praia de Maresias, com um show ao vivo da banda Nação Zumbi agitando o público no início da noite. As finais do segundo desafio pelos títulos brasileiros da temporada estão previstas para serem iniciadas por volta das 11:30 horas em São Sebastião.
Com a vitória sobre o catarinense Thiago Bianchini, o vice-campeão na etapa de abertura do SuperSurf 2006 em Garopaba (SC) já ultrapassou os 1.320 pontos do ex-líder Claudemir Lima.
Já a última vaga nas quartas-de-final será disputada pelos paulistas Eric Miyakawa e Wagner Pupo, que estabeleceu um novo recorde para o SuperSurf de São Sebastião na última bateria da sexta-feira na Praia de Maresias. Com notas 9,07 e 7,50 nas duas melhores ondas que surfou atingiu 16,57 pontos, superando os 15,77 que o nota 10 Simão Romão e o paraibano Jano Belo já haviam conseguido. “O mar estava difícil, mas tive sorte de vir duas boas ondas abrindo e até me assustei quando saiu a nota 9 e pouco, achei até alta, mas os juízes deram né”, brincou Wagner Pupo. “Tomara que as ondas melhorem, pois quero tentar vencer essa etapa, praticamente em casa”, completou Pupo, que mora na paia de Camburi, vizinha à Maresias, em São Sebastião.
O paulista Odirlei Coutinho e o niteroiense Guilherme Herdy também vão travar uma briga direta pela liderança do ranking na quarta bateria do dia. Eles dividiram o terceiro lugar no pódio da primeira etapa do SuperSurf 2006 em Garopaba.
Herdy vem competindo desde a primeira fase, pois participa como convidado da Editora Abril, que organiza a divisão principal do Circuito Brasileiro Profissional desde a sua criação no ano 2000. Já Odirlei Coutinho foi vice-campeão brasileiro no ano passado e só estréia na terceira rodada, mas levou um sufoco somando apenas uma nota por ter atrapalhado uma onda do baiano Armando Daltro.
A terceira fase começou logo depois da definição das quartas-de-final femininas do SuperSurf de São Sebastião. O carioca Leonardo Neves surfou o primeiro tubo do dia logo na primeira bateria, derrotou o cearense Angelino Santos e vai abrir as oitavas-de-final enfrentando ao catarinense Guga Arruda, que foi beneciado pela marcação de uma interferência do baiano Jojó de Olivença no finalzinho da bateria. A segunda oitava-de-final ficou formada pelo cearense Dunga Neto e o catarinense Marco Polo. A terceira será disputada pelo catarinense Andreas Eduardo e o paraibano Jano Belo.
A quarta oitava-de-final é a entre Odirlei Coutinho e Guilherme Herdy, com o paraibano Fábio Gouveia abrindo a chave-de-baixo contra o paulista Tadeu Pereira. O atual campeão brasileiro do SuperSurf derrotou o cearense Martins Bernardo e Tadeu passou pelo carioca Anselmo Correia na terceira fase. Depois, se apresentam mais dois campeões brasileiros, o de 1989, Pedro Muller, atual presidente da ABRASP, que enfrenta o gaúcho Daison Pereira, e o de 2004, Renato Galvão, com o ubatubense pegando o paranaense Jihad Kohdr, que vai estar defendendo a liderança pela primeira vez.
A Volkswagen, a TIM e a Nova Schin apresentam o SUPER SURF 2006, que desde sua criação é organizado pela Editora Abril e ABRASP (Associação Brasileira de Surf Profissional). A sétima edição da Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surfe Profissional ainda tem o apoio das marcas Onbongo e Drop Dead, da loja de surfe Overboard e Revista Fluir. Também apóiam esta segunda etapa a Prefeitura Municipal de São Sebastião e a SOMAR (Sociedade Amigos de Maresias), além da Rádio 89 FM, Jet Pool, Bali Hai, Federação Paulista de Surf (FPS) e Associação de Surf de São Sebastião (ASSS). A competição será transmitida com imagens ao vivo pelo www.supersurf.com.br e www.abrasp.com.br.
Fonte: www.clicklitoral.com.br



